
A poucos dias das urnas, começa também a reta final para os institutos de pesquisa que acompanham a eleição no Rio Grande do Norte.
Depois de uma campanha marcada por levantamentos com diferenças relevantes entre si, as pesquisas divulgadas nos últimos dias antes da votação estarão sob atenção redobrada.
A questão agora é simples: quanto mais perto da eleição, maior será a comparação entre os números apresentados pelos institutos e o resultado que sairá das urnas.
É nessa reta final que eventuais movimentos do eleitorado precisam aparecer com maior clareza nas amostras. E, diante das diferenças registradas ao longo da campanha, cada novo levantamento também acaba funcionando como um teste para a metodologia de quem está medindo a disputa.
Pesquisa não é resultado de eleição e trabalha com margem de erro, intervalo de confiança e diferentes metodologias. Mas domingo haverá uma referência objetiva para comparação: o voto depositado na urna.
Por isso, os próximos números terão peso dobrado. Servirão para mostrar o cenário eleitoral e, poucos dias depois, para avaliar quais institutos conseguiram retratar com maior proximidade o eleitor potiguar.
A urna será, no fim das contas, o grande teste das pesquisas de 2026 no RN.


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